Posts com a Tag ‘gelo’

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ESCALADA CASCATA CONGELADA NO BRASIL!!!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

 

Como assim: iceclimb no Brasil? Isso mesmo! O vídeo sensacional e único com imagens e edição de Luca Silveira, mostra a escalada em gelo no sul do país na Serra do Rio do Rastro em SC. Cascata congelada de 30 metros, segurança de cima (top rope) escalada mista (drytooling) em julho de 2011. Escaladores Ricardo Baltazar e Fabio Lopes. Produção cinematográfica Pelo Duro Produções!

 

ENTREVISTA COM REINHOLD MESSNER

quarta-feira, 6 de julho de 2011

 

 

Nascido em 1944, Reinhold Messner é um alpinista italiano de língua materna alemã, considerado por muitos como um dos melhores alpinistas de todos os tempos e um dos nomes importantes no cenário do montanhismo mundial. Suas declarações muitas vezes são polêmicas e as histórias que ele conta beiram o limite do fantástico e do real. Polêmicas à parte, seus feitos o tornam uma lenda viva das grandes montanhas.

 

 

Seu currículo é extenso, começando com a conquista de novas rotas e escaladas solo das mais escabrosas paredes dos Alpes, e passa por ser o primeiro homem a escalar solo, sem equipe de apoio alguma, uma montanha com mais de 8000m, o primeiro a escalar o Everest sem oxigênio suplementar e o primeiro a escalar todas montanhas com mais de 8000m.

 



Messner narrou a escalada de cada um dos 14 picos com mais de 8000m da Terra, todos no Himalaia: http://hangon.com.br/index.php?caminho=/artigos/all8000

 

Alguns ele escalou mais de uma vez e também conquistou novas rotas.

 

Foto atual de Messner

A entrevista abaixo está na edição da Revista Rock and Ice

 

EU CONTINUO SENDO UM ESCALADOR TRADICIONAL. Então pra mim escalada tem que ter 3 elementos: dificuldade, perigo e, o mais importante, exposição. Exposição significa que não tem possibilidade de ajuda vinda de fora. Quanto mais alto você estiver, no local mais remoto, e quanto maior a dificuldade do que vir adiante, maior a exposição.  A escalada do Steve House com o Vince Anderson na montanha Nanga Parbat foi tão importante porque eles estavam sozinhos com total exposição. Se eles tivessem feito qualquer coisa errada eles não teriam chance de se salvar. Eu acho que apenas alguns escaladores entendem como e porque exposição é o ingrediente mais importante.

 

A ESCALADA EVOLUI com cada geração tentando mudar a ideia do que é considerado impossível tornando-o possível. Mas se você usar toda a tecnologia disponível, você pode fazer qualquer coisa, mesmo não sendo escalador. O impossível não esta lá. Nos deveríamos aceitar a ideia que algumas coisas devem se manter impossível, mesmo daqui a um milhão de anos.

 

EU GOSTARIA DE REMOVER todas as competições de esportes ao ar livre. Competição não é uma coisa importante. O importante é aprender como se comportar na natureza selvagem.

 

A MONTANHA MAIS BONITA DO MUNDO não é a mais alta, ou a mais difícil. É pessoal. É sempre aquela que eu estou sonhando. No momento, é uma no Nepal. Mas eu não vou contar o nome.

 

MEU PAI foi professor e escalador entre as duas Guerras mundiais. Ele me ensinou como se comportar nas montanhas. Simples, mas importantes lições de respeito e sobrevivência. Nos éramos uma família grande com 9 crianças. A gente cresceu nas montanhas então é lógico que a gente queria escalar.

 

SEM FRACASSOS EU NÃO ESTARIA AQUI. A maioria das coisas que eu sei hoje eu aprendi através deles. Talvez o parceiro, o equipamento que não era apropriado, ou o treinamento – especialmente o treinamento mental que é o mais importante – que não era bom suficiente. Com sucesso, você nem sempre sabe o que deu certo, mas com a falha, é bem claro o  que deu errado. Dai você pode fazer mudanças e aprender.

 

NÃO ME TORNEI BEM SUCEDIDO na minha área porque eu sou melhor ou mais inteligente que os outros. Não, eu me tornei bem sucedido porque tive força de vontade, de fracassar e depois tentar de novo, e de novo, e de novo.

 

CADA GERAÇÃO TEM A OPORTUNIDADE de definir os maiores feitos, e os escaladores que os fazem são os escaladores que se sobressaem. A história da escalada não é nada mais que dizer o nome da escalada chave da época. Mont Blanc em 1786. O Matterhorn em 1865. Face norte do Eiger em 1938. Face Rupal direta do Nanga Parbat em 2005. Mas é impossível comparar escaladas dos anos 30 com anos 70 com hoje em dia. Cada escalador é peça chave do seu tempo e não fora dele. Não tem como dizer este é “o melhor feito na escalada” ou “esse é o melhor escalador” de todos os tempos. Isso é bobeira.

 

HOJE EM DIA É DIFÍCIL DIZER quem é o escalador mais relevante, porque tem tantas disciplinas. Escalada em Rocha deve ser o Chris Sharma, mas quem sabe também o Adam Ondra. No alpinismo clássico por pelo menos 15 anos foi Alex Huber. O mais criativo em escalada de alta montanha, nos últimos anos é o Steve House.

 

QUANDO AS PESSOAS ME DIZEM que me consideram o “melhor de todos”, isso me demonstra que eles não sabem nada de história. Teve um tempo entre 1975 e começo dos 80, que eu estava liderando e contribui para escalada juntamente com Peter Habeler. Nós tivemos que inventar uma nova abordagem pro montanhismo, e por alguns anos nós éramos os únicos a escalar assim porque mais ninguém tinha experiência pra escalar uma montanha “de forma justa”. Mas os escaladores Eslovenos e os Poloneses nos alcançaram bem rapidamente.

 

EU ERA UM GRANDE ADMIRADOR DO TOMAZ HUMAR. Ele era com certeza o escalador de alta montanha mais relevante nos anos 90. Ele arriscava bastante. Eu ainda não entendi o que aconteceu com ele no Langtang Lirung. Fiquei sabendo que ele estava interessado em se tornar político. Acho que o foco dele não estava na montanha onde ele morreu.

 

EU CONHEÇO DAVID LAMA muito bem e não vou falar mau dele.

POLÍTICA É O OPOSTO DE MONTANHISMO. Numa montanha é cada um por si, num mundo de Anarquia, com a chance de experimentar como era 100 mil anos atrás, quando os Humanos eram animais selvagens e não dependentes do mundo social. A figura mais forte do grupo de escaladores decide o que fazer, como continuar. Como escaladores somos inventores dos nossos próprios objetivos e sozinhos devemos decidir como alcança-los. Não tem mais ninguém lá. Ninguém pra controlar. A gente faz coisas extremas, perigosas e ninguém pode dizer o que é certo ou errado. Sem repugnância moral. A gente tem só nossos instintos sobre comportamento humano, e no final nós somos nossos próprios juízes.

 

A ARTE DA POLÍTICA É COMPROMISSO, e se você está comprometido cada minuto na montanha, você não vai muito longe. 

 

RESPONSABILIDADE SE APRENDE nas montanhas, não aqui na sociedade. Aqui a gente põe a maior parte da nossa responsabilidade nos outros. A gente tem Seguro. Nas montanhas, suas atitudes são diretamente ligadas com suas responsabilidades.

 

SUCESSO ESTA BASEADO EM ACHAR O PARCEIRO CERTO. O parceiro tem que estar disposto a escalar. Você não necessariamente precisa de um amigo, apesar de que seria melhor. Você não precisa nem de um parceiro com o mesmo nível de habilidades. O que é mais importante é identificação mutua com o objetivo. Se você levar alguém que não esta disposto, alguém que por acaso é cético, o risco é muito grande porque sua responsabilidade é muito grande. A responsabilidade está desbalanceada. Responsabilidade tem que ser dividida entre você e seu parceiro.

 

TALVEZ EU FUI SORTUDO, mas eu tive parceiros muito bons. Entretanto eu confio nos meus instintos pra escolhe-los. Eu tive que achar parceiros diferentes pra objetivos diferentes: escaladas em rocha, alta montanha ou travessias no deserto.

 

A VIDA DEPOIS DA MORTE É ALGO que a gente não tem instrumentos. A gente não pode entender com a nossa inteligência, nem ver com os nossos olhos, ou sentir com o nosso nariz. Nossos instrumentos foram concebidos para compreender este mundo. O que tem no além é além. Eu não penso nisso.

 

MORRER É A COISA MAIS FÁCIL. Eu já estive perto da morte antes, bem perto, e nestes momentos eu nunca senti que a vida depois da morte fosse importante. Você vai fazer o que puder pra viver, mas se você esta realmente perto do fim, dai é como, “ beleza, estou feliz, acabou”.

 

O ARTIGO MAIS INTELIGENTE escrito por um escalador é “Artificial Aids on Alpine Routes” do Paul Preuss [corajoso alpinista Austríaco, 1886-1913]. Preuss foi um desses escaladores originais que adotou e se empenhou na ideia da “escalada justa”. Uma das coisas que ele escreveu é que você nunca deve bater um piton, nunca.

 

QUANDO EU ESCREVI “ASSASSINO DO IMPOSSÍVEL”, em 1971, eu recebi uma carta de uma senhora de 96 anos que disse ter sido namorada do Preuss. Ela me mandou o martelo de piton dele. Sim, ele tinha um martelo só pra caso de emergência. Ela disse que um dia eu deveria dar o martelo pra algum escalador que pensasse assim como Preuss e eu. Eu tenho esse martelo guardado na minha adega por todos esses anos, e sempre soube que um dia eu teria que fazer alguma coisa com ele.

 

ESSE MARTELO foi o ímpeto para a construção do Messner Montanha Museu, uma coleção de 5 prédios diferentes dedicados aos diferentes aspectos das montanhas, escaladas e cultura. Eu considero  essa construção a minha “sexta vida” e quando estiver acabado nesse verão, eu serei livre novamente, e uma nova vida vai começar. Eu gostaria de contar historias de montanhas nas grandes telas de cinema.

 

VOCÊ JA VIU “LIMITE VERTICAL”?  Eu achei horrível.

NOSSOS INSTINTOS HUMANOS vão diminuindo conforme a gente passa menos tempo na natureza selvagem: tempestades, frio, nevoeiro, pedras soltas, aventura. Escalada é uma importante e sagrada oportunidade de viver situações que a gente encarava cem mil anos atrás. A parte animalesca dos humanos. Nossos instintos são elementos importantes da nossa inteligência.

 

QUANDO EU TINHA 20 ANOS, eu não acreditava que a vida que eu vivi poderia ser possível. Eu não achava que poderia ser possível ser escalador profissional. Eu me tornei escalador profissional. Eu me tornei escalador de alta montanha, um aventureiro. Virar político foi o mais fácil, e eu fui por 5 anos, e depois disso ficou chato. 

 

O QUE EU FALO PARA OS JOVENS é que se você identificar seus objetivos, e ter a força de vontade pra vencer as dificuldades – e elas sempre vão existir – e se você achar as pessoas certas pra te ajudar, você será vitorioso.

 

Fotos do Google imagens 

AVALANCHE PROVOCADA POR ESQUIADORES

terça-feira, 31 de maio de 2011

 

Estou sempre pesquisando sobre vídeos e fotos de esportes de inverno, neve, gelo… Encontrei este abaixo, com imagens da National Geographic que mostra três esquiadores provocando uma avalanche.

Uma avalancha, avalanche (do francês avalanche) ou alude é um fenômeno que se verifica quando uma massa acumulada de neve repentinamente se movimenta de forma rápida e violenta e se precipita em direção ao vale. Durante a descida, a massa carrega cada vez mais neve e pode arrastar árvores, rochas e construções humanas, atingindo até 160 km/h. Este destacamento de massas de neve pode ser provocado por diversas causas, como a passagem de esquiadores, a ação de fortes ventos, propagação do som etc.

 

A alta periculosidade das avalanchas faz com que em zonas de risco criem-se específicas unidades de prevenção, que observam e analisam as condições meteorológicas e da neve para avaliar o risco. Em muitos casos, é necessário provocar o deslizamento controlado das massas de neve instáveis por meio de cargas explosivas.

 

 

Por extensão de sentido, hoje uma avalancha pode também significar a rápida precipitação de rochas ou lama. No caso de avalancha de rochas, as causas normalmente são terremotos e pequenos abalos sísmicos. Já quando há uma avalancha de lama, esta pode ser causada pelo derretimento da neve e conseqüente mistura com a terra ou mesmo em encostas sem neve e atingida por fortes chuvas. De forma geral, as avalanchas de lama estão ligadas à erosão do terreno e desmatamento de bosques e matas nas zonas mais íngremes de montanhas e morros.

 

Em montanhas cobertas por neve, o risco de avalanchas é muito baixo em encostas com menos de 25 ou mais de 60 graus de inclinação. O risco maior se encontra em encostas com inclinação entre 35 e 45 graus, atingindo o mais alto risco com 38 graus. É justamente a esta inclinação que a prática do esqui se vê mais favorecida, levando a tragédias que ocorrem anualmente tanto no hemisfério Norte como no Sul.

 

 

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Avalancha 

4º ICE CLIMBING FESTIVAL – ARGENTINA

terça-feira, 3 de maio de 2011

 

Vem aí, o 4º Ice Climbig Festival, em Vallecitos, cerca de 80 km de Mendoza, Argentina. Será nos dias 16 e 17 de julho.

Estive no 1º em 2008 e no 2º Festival em 2009 gravando para o Adrenalina e também fazendo matérias para revistas, sites e blogs.

Confira os posts anteriores sobre Escalada em Cascata Congelada http://www.finalsports.com.br/03/blog_guria/?p=653 ; http://www.finalsports.com.br/03/blog_guria/?p=659 ; http://www.finalsports.com.br/03/blog_guria/?p=670 ; http://www.finalsports.com.br/03/blog_guria/?p=686 ; http://www.finalsports.com.br/03/blog_guria/?p=2322 ; http://www.finalsports.com.br/03/blog_guria/?p=778 

Informações sobre o evento e inscrições com Humberto Câmara Jr. pelo email [email protected]

ANTÁRTICA COM AMYR KLINK E FAMÍLIA – LIVRO E REVISTA

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

 

 

Lembrando das férias infantis como escrevi no poste de ontem http://www.finalsports.com.br/03/blog_guria/?p=3406 , tenho duas dicas: a revista Aventura & Ação, edição 161, trás a família Klink na capa e também o livro “Férias na Antártica” da Grão editora, para dar ênfase a leitura infantil.

 

 

O sensacional livro infantil “Férias na Antártica”, colorido, cheio de depoimentos engraçados e contagiantes é de três irmãs, duas idades diferentes, três visões de mundo, todas no mesmo barco. Você vai conhecer o delicado equilíbrio do planeta e, de quebra, o jeito de encarar o mundo das irmãs gêmeas Laura e Tâmara e também da caçula Marina Helena, a Marininha, filhas do navegador Amyr Klink e da fotógrafa Marina Bandeira Klink.

 

Nos relatos das viagens, estão as lembranças de cinco expedições em família ao continente antártico, onde focas, pingüins, baleias e outros animais especiais passam o verão, mas com pouca vivência, elas já sabem e entendem que nosso planeta precisa de cuidados e que, onde quer que a gente viva, nossas atitudes refletem em lugares muito distantes.

 

 

Cheio de desenhos animados da Antártica como dos animais e da geografia, o livro trás fotos das meninas explorando as praias de gelo com roupas de mergulho da Mormaii e velejando entre os icebergs a bordo de um Optimist.

 

 

Já a revista “Aventura & Ação” remete ao livro das meninas, numa entrevista fantástica, Amyr e Marina Klink, os pais das 3 meninas escritoras, relatam com detalhes como foram essas férias numa seqüencia de 14 paginas da revista. Em um bate papo descontraído, contam com entusiasmo as experiências a bordo do Paraty 2, a casa flutuante da família Klink.

 

 

Falam sobre o planejamento, as preocupações, a segurança e principalmente do que é ser pai, mesmo no continente Antártico, transformando um dos maiores velejadores do mundo à um ser humano comum, a um pai preocupado em passar valores, em mostrar a realidade do mundo para que as filhas tenham uma preocupação ecológica com o planeta e não fiquem apenas na visão, partam para a ação, quando crescerem, claro!

 

Marininha,Tamara e Laura com um pingüim

MARATONA DO GELO NA ANTÁRTIDA DEU BRASIL!!!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Teve de tudo: neve, temperatura há -18° C, ventos de 70 km/h e, claro, muito sofrimento… Mas o Brasil voltou a brilhar nas montanhas de Union Glacier. O carioca Bernardo Fonseca surpreendeu novamente.  Além da prova de 42 km, Bernardo ainda levou as cores verde e amarela ao topo do pódio na prova de 100 km e conquistou o título da corrida da Antártida 2010.

A prova, pelas condições extremas, é considerada uma das mais difíceis do mundo. Bernardo assumiu a ponta logo depois da largada e completou o percurso em 12 horas, 41 minutos e 52 segundos – novo recorde.

– Foi difícil demais. Estava com muitas dores. Mas percebi que os meus adversários também estavam sofrendo. Procurei então me concentrar apenas na prova, sem me preocupar com os outros. Deu certo! – disse o vencedor.

Bernardo também apostou em uma estratégia ousada. Enquanto os favoritos paravam cerca de dez minutos para comer e beber nos postos de apoio, ele passava rapidamente – pegava apenas água e algum alimento para repor as energias.

– Acho que isso fez a diferença. Além de ganhar minutos importantes, mexi com o lado psicológico dos adversários. Agora estou morrendo de fome!!!

O repórter Clayton Conservani, da TV Globo, ficou na 7ª colocação na prova de 42 km e também ajudou a levar o nome do Brasil até a Antártida..

É a primeira vez em cinco anos que um atleta conquista, no mesmo ano, as duas provas na Antártida.

Tommy Yen-Po Chen (Taiwan), segundo colocado, chegou com os dedos dos pés congelados e gerou tensão no acampamento base. Ele recebeu atendimento médico e segue em observação, mas passa bem e deve receber alta nas próximas horas.

Mais informações e detalhes da Maratona no Gelo 2010 http://globoesporte.globo.com/platb/claytonconservani/ e http://oglobo.globo.com/blogs/pulso/posts/2010/12/09/desafio-menos-de-89-graus-negativos-na-antatica-347920.asp

QUER SUBIR NO ACONCÁGUA?

terça-feira, 22 de junho de 2010

 

Maiores informações 51.33383323   www.caa-ete.com.br

FILME: 1º CEGO A ESCALAR O EVEREST…

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O filme “Touch The Top Of The World” (Desafiando o Everest) já tem em DVD. É a aventura de Erik Weihenmayer, que aos 13 anos, descobriu que tinha uma doença genética que acabou provocando uma cegueira. Com apoio da família, ele conseguiu realizar o seu sonho que era escalar o Monte Everest.

 

No dia 25 de maio de 2001, aos 32 anos de idade, Erik Weihenmayer se tornou o primeiro cego a atingir o topo da montanha mais alta do mundo. Ex professor de ginásio, recebeu o prêmio da ESPN e da IDEA por sua coragem em ir além dos limites que sua condição física permitia. Além do Everest, Erik Weihenmayer escalou outras sete montanhas mais altas do planeta, entre elas o Aconcágua (Argentina) e o Kilimanjaro (Tanzânia)”.

 

A trilha sonora é muito boa.

 

 

Saiba mais http://www.touchthetop.com/about.htm  e http://www.touchthetop.com/books-dvds/ 

 

Colaboração de texto Elton Fagundes

VALE A PENA ASSISTIR!!!

sábado, 24 de outubro de 2009

 

Recebo muitas coisas por email e recados no blog, de leitores e amigos queridos que sabem da  minha paixão pelo paraquedismo, assim como também de gente desesperançada e de mal com a vida. Em relação aos últimos, ignoro os comentários.

Mas para os demais, que entendem e curtem o otimismo, a alegria e os melhores prazeres e sensações que a vida nos proporciona, e que acima de tudo fazem valer a existência deste blog, deixo o vídeo abaixo para assistirem comigo!

Alguma montanha gelada da Europa, com basejumpers aproveitando o máximo da emoção de um salto… mais um homenagem pelo 22 de out, dia do paraquedista, afinal, antes de se tornarem basejumpers, eles eram paraquedistas!!!

MORMAII NO GELO

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Modelo Fast I

A Mormaii tem tradição em equipamentos esportivos, sempre visando a água: surfe, kitesurf, wind, mergulho…

Estou usando o Fast I e Elton Fagundes o Floater

Os óculos são uma característica forte da marca, sem duvida! Na cobertura como repórter do Ice climbing festival, cedi dois modelos para os atletas que competiram nas cascatas congeladas: Floater, que quer dizer uma manobra radical do surfe na qual o surfista flutua sobre a crista da onda. Ele tem armação injetada com Grilamid TR90 LX, lente com exclusivo sistema NST (Nylon Steamless System) polarized e Water Repelent. Anti-fog System. Outro diferencial do Floater é que pode ser alterada da versão Street (uso no dia-a-dia) para a versão Performance (uso em esportes extremos), trocando as hastes pelo strap de neoprene e o Rubber Nose Pad pela armação Performance Rubber Pad.

modelo Fast II

Outro modelo que usamos nos Andes foi o Fast I e II, com armação em poliuretano (material altamente sofisticado utilizado no revestimento de tanques de navio), lentes duplas de policarbonato com sistema Antifog e Anti-scratch. De cores personalizadas, lentes com aplicação de flashes, além de serem confortáveis e estarem disponíveis também na versão infanto-juvenil. É indicado para a prática de esportes extremos como Extreme Downhill, Free-rider, Snowboard, Sky & Sandboard.

atleta Neison Hoffmann usando Floater Azul

Os óculos agradaram tanto os escaladores de gelo e o fotógrafo, que fizeram parte das cabeças de cada um em todos os momentos. Tanto nas subida pelas montanhas do Cordón del Plata, como pelos passeios pela região dos Andes, em Penitentes.

Elton Fagundes com Floater prata
Apoio: Mormaii, Deuter, Compujob, Kailash, Stonehenge, Refúgio San Bernardo, Refúgio Mausy e Climbers mountain shop

Fotos: João Paulo Lucena