Figurinhas da Copa ou NFTs? Descubra qual mercado rende mais

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Parte de uma cultura imposta no país do futebol desde os anos 70, os álbuns de figurinhas da Copa do Mundo sempre que ameaçados de ultrapassados, dão uma resposta de popularidade e lucratividade enorme. Nesse ano de 2022 não vem sendo diferente, ano de copa, disputada no Catar entre novembro e dezembro, desde agosto as figurinhas baseadas nas 32 seleções que disputaram o torneio vem capitalizando o mundo dos colecionáveis, batendo de frente com os tokens não fungíveis (NFTs).

Atualmente em uma era que os NFTs, principalmente os esportivos, vem gerando lucro de bilhões, as figurinhas novamente surgem para mostrar a importância da interação social na hora de popularizar um certo “ativo”.

Isso porque, a forma de se achar outras figurinhas que faltam para completar o álbum, é através de trocas, até porque assim como uma Lootbox, nas NFTs, os pacotinhos de figurinhas saem de forma aleatória.

Apesar de que quanto a força financeira seja quase impossível bater de frente com a força dos Fantasy Games, e até mesmo jogos que não envolvem ativos, como o FIFA ou PES, as figurinhas e álbuns “incomodam” muito o mercado tecnológico.

Álbuns da Copa tem fôlego para superar NFT?

Mesmo que com todo o momento bom e otimismo quanto ao mercado de figurinha, especialistas no assunto duvidam que o hype se mantenha o mesmo daqui a 4 anos, no próximo ano de Copa. Já que enquanto a expectativa do mercado de NFTs é crescer ainda mais, o de colecionáveis físicos é diminuir.

Quanto a uma possível justificativa, está que o evento é cíclico, e por isso cria toda aquela expectativa do fã de futebol. Prova disso é que álbuns que saem anualmente do campeonato brasileiro ou europeu, não tem o mesmo apelo que o do Mundial, que reúne nações e toda uma torcida globalizada ou cultural pelo país.

Em entrevista à revista ‘O Globo’, Sylmara Multini, CEO da empresa IDG NFT, que monta projetos e iniciativas voltadas para o esporte no ambiente digital e de entretenimento, a tendência de fato está mais voltada para os tokens não fungíveis do que para as figurinhas.

“O mundo está caminhando do físico para o digital. Acredito, e as tendências estão mostrando, que isso vai valer também para as figurinhas. Não tenho dúvida de que essa geração que está vindo aí, essa molecada a partir dos 10 anos, está querendo cada vez menos ter coisas físicas. Querem armazenar todos os seus bens no telefone. Então acho que vai haver uma transição”, afirmou a especialista.

No entanto, não deve existir a extinção de figurinhas e dos álbuns, no máximo, uma espécie de atualização, que em tese até já existe, já que na maioria das coleções de NFTs esportivas, os ativos são representados por cards/figurinhas, e a criação de um álbum digital deve entrar em pauta em breve nas principais editoras que produzem

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